Que me achem chata, insuportável, metida e até sincera demais, mas não sei ser o que não sou.
Aliás, nem quero ser o que não sou por essência. Não sei sorrir pra todo mundo, não sei ser simpática se o mal humor me devora pro dentro.
Vivo de quebrar a cara por acreditar, por gostar, por sentir. E se quiser mesmo saber, se a consequência de me mostrar sem máscaras é essa, eu aceito e pago toda a penitência.
(…) O ser humano é sociável, precisa de companhias ao seu redor. É incômodo e impossível viver desconfiando de todo mundo o tempo todo.
Até porque, como já dizia Tom Jobim, “é impossível ser feliz sozinho”, o amor compartilhado é mesmo fundamental.
Autora: Fernanda L.
.jpg)