O tempo está passando e rápido, tão rápido que não me dei conta disso no instante em que aconteceu.
Chega a hora de tomar decisões importantes, deixar as inseguranças de lado, perder o medo do mundo, abandonar e adquirir hábitos, ser responsável e ter uma nova perspectiva.
Seria assim tão prejudicial manter a visão “cor-de-rosa com unicórnios fofinhos e purpurina” do mundo?
Acreditar que as pessoas podem ser boas; que ainda há solução para todos os problemas mundiais; que a vida fora dessa redoma, criada em torno de nós durante a infância e a adolescência, pode ser bela e pra isso basta sermos perseverantes?
É puro egoismo querer que os sonhos se realizem, que a vida tome um rumo e ao mesmo tempo tudo esteja como sempre foi: as mesmas pessoas, os mesmos planos, as mesmas tendências, os mesmos desejos, os mesmos prazeres.
(…)
Ele continua a passar constantemente, sem retroceder e nem perdoar, nos obrigando a continuar até encontrar o ponto em que decisões não serão mais necessárias, onde o rumo final será o resultado do que plantamos enquanto ele corria velozmente.
Autora: Olivia P.
