Lendo meu livro só sentia a presença o que quebrava o silêncio eras gaivotas junto as ondas ali na tarde de sol. Ouvir seu suspiro pela primeira vez, perguntou se eu sabia a história das árvores crescida naquele local, logo falei que foi a primeira vez em anos que ousei sentasse ali diante ao mar.
Me contou que as árvores de anos haviam nome e raízes de alguém, e esse alguém era tão próximo dele como o sol e a terra.
Deixamos de lado o conto e o silêncio predominou e logo quebro o silêncio novamente me dizendo que talvez a menina mais linda e de uma seriedade incrível vista e de uma simpática jamais encontrada mas os olhos dela escondiam algo que deixava seu coração mas apertado possível. Ele era como eu apenas queria conversar, e contar suas histórias, falta de atenção e um mero diálogo breve com um desconhecido da sua vida.
Conversamos por horas e esquecemos que estávamos apenas querendo ficar só.
E logo veio o começo da noite e tivemos que dizer adeus aquele alguém como eu sentia a angústia de ser humano e com tamanha felicidade nos despedimos um ao outro e sem olhar pra trás fomos embora de suas vidas.
Autora: Júlia Maria
